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Doro: confira entrevista exclusiva da ROCK BRIGADE com a vocalista

Por Gustavo Maiato

 

ROCK BRIGADE: Nós brasileiros estamos muito orgulhosos de ter você como convidada especial no Secred Garden, último álbum do Angra. Como foi esse convite e como foi a experiência de cantar com o Rafael Bittencourt?

 

Doro: Ah foi ótimo! Acho que foi meio ano atrás, os caras do Angra me perguntaram se eu queria fazer um dueto, fazer uma colaboração. Eles me enviaram uma demo da música e eu imediatamente me apaixonei por ela! Eu cantei no estúdio e disse "Uau!" Eu gostei muito da melodia. Eu me diverti tanto fazendo isso, me diverti muito cantando. Eu acho que é uma música mágica. Eu conheço o Angra há anos e agora eu recebi também o convite para se apresentar no Rock in Rio. Eu não tinha ideia que eles me chamariam mas eu acho que eles são boas pessoas e nós sempre achamos uma maneira de se conectar. Eu estou tão feliz, tão animada e olhando para frente.

 

ROCK BRIGADE: O que os fãs podem esperar desse show? Eu acredito que Crushing Room estará no set list, mas você pode nos contar um pouco mais sobre como será a apresentação?

 

Doro: Bom, eu não sei se nós faremos algo a mais. Eu sei que o Dee Snider estará no palco também e talvez nós faremos algo juntos mas eu realmente não sei. Nós faremos um ensaio e iremos conversar sobre isso. Seria ótimo se nós pudéssemos fazer algo a mais. Tenho esperanças que nós voltaremos para uma pequena tour. Mas o Rock in Rio é muito especial, um dos pontos altos da minha carreira. E eu soube que o Angra também tocou no Wacken e isso é ótimo também!

 

ROCK BRIGADE: O seu último trabalho Power Passionate Favorites é basicamente um tributo para bandas que fizeram parte da sua vida como Rainbow e Metallica. Como você escolheu as músicas? Eu acredito que muitos nomes tiveram que ser cortados da lista, certo?

 

Doro: Sim, eu tenho toneladas de músicas e bandas que me inspiraram! Primeiro nós pensamos em fazer um pequeno EP, mas depois pensamos "Não, nós precisamos fazer mais que isso!". Eu lembro dos tempos em que tocávamos em pequenos pubs com o Metallica e isso era ótimo. Nós tocávamos no mesmo dia e era muito legal passar tempo com eles e conversar. Eu tenho ótimas memórias dessa época. E nós fizemos outras coisas no CD também como tocar Tina Turner. Não é heavy metal mas foi super inspirador para mim. Um ano atrás eu assisti um documentário na TV  sobre a Tina Turner e era a apresentação dela no Rock in Rio e eu pensei "Eu morreria para fazer isso também!" e depois eu recebi o convite para tocar no festival e isso foi ótimo. (NE: A apresentação na verdade foi em 1988 no Maracanã). Esse CD era a chance perfeita para fazer algo especial. É claro que tenho várias outras músicas favoritas e que me inspiraram, muitas delas e eu queria fazer algo especial. Nós estamos fazendo o DVD dos 30 anos de carreira que será lançado em fevereiro ou março. Nós temos ainda trabalho pra fazer mas no começo do ano que vem ele vai sair eu acho.

 

ROCK BRIGADE: Ano passado você veio ao Brasil com a turnê celebrando os 30 anos de carreira. Foi uma importante marca para você, parabéns. Conte um pouco como foi a passagem pelo Brasil e o que a turnê representa para você.

 

Doro: Oh cara, foi tão inacreditável! Foi tão intenso. O show no Brasil foi ótimo, os fãs são tão coração e alma. Muita paixão, eles estavam totalmente em chamas, eu amei aquilo! É uma honra me apresentar em frente a pessoas como aquelas, totalmente loucas. Eles cantam junto comigo, fazem headbanging. A turnê inteira foi ótima e eu espero voltar ano que vem. Foi inacreditável, muitos fãs incríveis e ótimas memórias!

 

ROCK BRIGADE: Faz três anos que você lançou o Raise Your Fist, seu último disco de inéditas. Você está trabalhando em um material novo agora?

 

Doro: Nós iremos lançar o DVD primeiro e depois eu gostaria de lançar um single e depois um videoclipe do single. Eu mal posso esperar para gravar o álbum, talvez no final do ano que vem.

 

ROCK BRIGADE: Quando você começou nos anos oitenta nós não víamos muitas mulheres no rock e no metal. Agora as coisas estão diferentes, nós vemos muitas vozes femininas no metal. Em que ponto você acha que é responsável por essa grande mudança na cena?

 

Doro: Eu não sei porque eu acho que nós somos todos pessoas e todos amam música e não importa se você é homem ou mulher. Tudo que eu quero fazer é música, tudo que eu quero é cantar e todas as outras bandas sempre foram tão legais comigo. Tudo sempre foi super legal. Eu sempre me senti bem sobre isso, nunca me senti uma estranha. Todos amam metal e eu nunca me senti com dificuldades em relação a isso. Eu sou uma metalhead e nós sempre temos que lutar pelo heavy metal, lutar pela sua música. Eu sempre achei muito confortável ser uma mulher. Mas é claro que é legal ter mais bandas com mulheres agora.

 

 
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