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Maximus Festival: 1ª edição contou com Rammstein, Marilyn Manson e mais

MAXIMUS FESTIVAL

Autódromo de Interlagos, SP/SP (07/09/2016)

 

Texto por Leonardo Moraes e fotos por Henrique Pimentel

 

A primeira edição do Maximus Festival aconteceu no feriado de 7 de setembro no Autódromo de Interlagos, foram mais de 10 horas de música entre bandas internacionais e nacionais, distribuídas em 3 palcos montados entre as opções de entretenimento e gastronomia.

 

A ideia do festival é virar uma tradição no Brasil nos próximos anos, junto com outros eventos que já acontecem no Brasil como o Monsters of Rock, Lollapalloza e Rock in Rio, mais do que isso, o objetivo do Maximus Festival é se tornar o melhor festival de hard rock do continente sul americano. E a ideia tem tudo para dar certo, no decorrer do festival foi anunciada uma segunda data do evento para 20 de maio de 2017 com line up ainda a ser definido.

 

Uma coisa que chamou bastante a atenção logo de cara foi a estrutura dos dois palcos principais que estavam simplesmente idênticos a do Hellfest e do Graspop, dois grandes festivais europeus que acontecem anualmente no verão do hemisfério norte.

 

Criar um evento nos moldes desses festivais, sem dúvida, foi uma excelente estratégia para atrair justamente quem gosta de ir a festivais pelo mundo, independentemente de quem seja a atração, visto que há atualmente uma grande parcela da população metalhead brasileira que já é adepta desses festivais fora do país, e quem já foi alguma vez realmente pôde confirmar que a estrutura de palco apresentada em Interlagos não deixou nada a dever.

 

Por falar em atrações, uma verdade precisa ser dita: Rammstein e Marilyn Manson foram responsáveis por 90% do público pagante, não quero dizer que as outras bandas foram ruins, muito pelo contrário, bandas como Disturbed, Bullet For My Valentine e Halestorm também foram muito esperadas pelo público mas seria muito ingênuo não acreditar que Rammstein e Marilyn Manson foram os verdadeiros chamarizes do evento, tanto isso é verdade que às 19:00 ainda havia pessoas chegando ao autódromo especialmente para vê-los.

 

As 15 bandas que se apresentaram foram divididas em 3 palcos: palco Thunder Dome, palco Rockatansky e palco Maximus. Sem atrasos, ao meio dia começaram as atrações no palco Thunder Dome que ficou localizado ao lado das áreas de serviço do evento, como setor de imprensa, lanchonete e recarga de celulares. Lá se apresentaram os ingleses do Raven Eye e os 4 grandes representantes brasileiros do evento: Ego Kill Talent, Woslom, Far From Alaska (banda que foi elogiadíssima por Shirley Manson, vocalista do Garbage) e Project 46.

 

No sentido oposto mais acima ficaram os dois palcos principais lado a lado: palco Rockatansky à esquerda e palco Maximus à direita.

 

No palco Rockatansky teve os finlandeses do Steve N'Seagulls, banda que faz versão acústica de vários clássicos do metal, foi a primeira atração a abrir o palco às 13h00. Depois se apresentaram Black Stone Cherry, Bullet For My Valentine, Shinedown e Marilyn Manson que fechou o palco como um dos headliners.

 

No palco Maximus que foi o palco principal  do evento, trouxe como a principal atração da noite os alemães do Rammstein e outras atrações ao longo do dia como Disturbed, Halestorm, Hellyeah e o desconhecido Hollywood Undead, banda esta que fez uma “mistureba” rock/rap.

 

O momento dispersão foi quando o Hellyeah se apresentou ao mesmo tempo que a brasileira Project46, para quem estava afastado de qualquer um dos palcos o som ficava totalmente misturado. O Hellyeah (banda atual de Vinnie Paul , ex-baterista do Pantera) liderada pelo performático vocalista Chad Gray que tem um visual muito semelhante ao do W.A.S.P., além de explodir sangue falso no seu rosto, mostrou todo o poder gutural de sua voz. Enquanto isso, quem não acompanhava o Hellyeah, estava vendo o bom show do Project46, foi um set list curto mas eficiente. O último álbum, Que Seja Feita a Nossa Vontade, teve atenção especial no show, que encerrou a participação do Brasil no Maximus Festival.

 

Halestorm já havia se apresentado no Brasil na última edição do Rock in Rio,de lá para cá a banda lançou o álbum Into the Wild Life que foi parte do bom set list da banda, o destaque aqui não fica só pela excelente apresentação da bela Lzzy Hale, que interagiu o tempo todo com a plateia, o baterista Arejay também mostrou seu carisma enquanto fazia solo de bateria, que ainda teve participação do baterista John Fred Young, do Black Stone Cherry, que havia tocado horas antes.

 

Com quase 20 anos de estrada a banda Bullet For My Valentine retorna pela terceira vez ao Brasil, sendo a segunda em 1 ano seguido. Sim, a banda esteve por aqui em julho de 2015. Grande ícone do metalcore, a banda mostrou todo seu peso principalmente com o bumbo duplo do baterista Michael Thomas, o álbum Venom teve bastante destaque, mesmo a banda tendo visitado os outros álbuns da discografia durante o set com um cenário de palco bem simples com as iniciais da bada BFMV em tiras suspensas.

 

Cai a noite e com ela chega o Disturbed que retorna ao Brasil pela segunda vez, a última vez foi em 2011 ao lado de Bullet For My Valentine na cidade de São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo. A banda sobe ao palco empolgando a plateia logo de cara com a faixa Ten Thousand Fists. No alto da estrutura do palco, labaredas eram impulsionadas contrastando com a luz vermelha que invadia o palco. A banda teve um hiato de 4 anos e voltou com um bom álbum, intitulado Immortalized que tem um cover de Sound of Silence, de Siomon & Garfunkel, música que foi executada no Maximus Festival com direito a violino e um mar de celulares acesos. Depois seguiu se uma sequência de covers, ao meu ver, desnecessários como Still Haven't Found What I'm Looking For, do U2, Baba O' Riley, do The Who, e Killing In The Name, do Rage Against the Machine. Dando aquela falsa impressão que a banda faz mais covers do que músicas autorais ou que os covers são mais legais ao vivo que as próprias musicas da banda. O restante do set list foi composto por The Game, The Vengeful One, Prayer, Liberate, Another Way to Die, Stupify, Inside the Fire, The Light, Stricken, Indestructible, Voices e Down With The Sickness.

 

Após a apresentação do Disturbed, era chegada a hora de um dos headliners do evento se apresentar, Marilyn Manson, atração que já esteve outras duas vezes no Brasil mas  em um intervalo de 10 anos entre os shows, sendo a primeira em 1997 e a penúltima em 2007. Não é um tipo de artista habitué em terras brasileiras apesar de uma grande legião de fãs por aqui, por isso a expectativa de vê-lo era grande fazendo o autódromo de Interlagos parar na hora de seu show com muitos fãs vestidos a caráter. Apesar de Marilyn Manson ter tido seu auge nos meados dos anos 90, época em que o grunge morreu com a morte de Kurt Cobain e a MTV realmente passava videoclipes legais, ainda  é um personagem fascinante no imaginário das pessoas. E conseguir manter isso por quase 30 anos, não é uma tarefa para qualquer um. A prova disso é seu ultimo trabalho de estúdio, The Pale Emperor de 2015, que é totalmente desprovido de elementos eletro-industriais apostando mais no rock a la blues, ficou no Top 10 de muitos países e liderando a parada hard rock da revista Bilboard.

 

Quase cinquentão, com uns quilinhos a mais, cabelos curtos e com um cavanhaque ralo, surge no palco um Marilyn Manson visualmente diferente das outras duas passagens por aqui. "É tão bom estar de volta a América do Sul, vocês são lindos", disse o vocalista com um microfone em formato de navalha. Em um dado momento Marilyn vestiu um blazer dourado para tocar um trecho de Moonage Daydream, de David Bowie, homenagem ao cantor que morreu em janeiro deste ano. O mini tributo rolou antes da faixa própria mOBSCENE.

 

"Quantas pessoas aqui estão drogadas essa noite? Vou pedir para prenderem vocês", ameaçou Marilyn em tom de brincadeira, antes de seguir com a música The Dope Show. No meio do show, o cantor chegou a interromper a apresentação para reclamar de um fã. "Ei, você não gosta de mim?", perguntou antes de continuar o espetáculo. A cara gigante de Marilyn Manson e o olhar incisivo no telão dava a nítida impressão que ele estava falando comigo, mas podia ser qualquer um ou ninguém, vai saber. Mas felizmente nada que tivesse um desdobramento negativo. Sweet Dreams (Are Made of This), música do Eurithymics foi um hit bem aguardado pelos fãs e cantado em coro, surge Marilyn Manson no palco com umas muletas no melhor estilo circense. Um outro grande momento foi quando o fundo do palco apareceu o rosto de Marilyn Manson estampado em nota de dólar no valor de 666, que foi distribuída em meio a uma chuva de papéis. Um ponto negativo foi o intervalo mais que o normal entre uma música e outra, parecia que a banda estava o tempo todo ajustando algo, outras pessoas atribuíram as breves pausas ao desgaste físico do cantor. No geral, embora a produção de palco tenha sido simples no sentido de nada de efeitos especiais do tipo labaredas ou fogos; eu senti falta de algumas músicas que marcaram a boa fase do cantor como Lunch Box, Get your Gun e AntiChrist Superstar, foi um bom show apesar de Marilyn Manson ter encerrado de forma seca, sem bis e de repente sem nenhuma interação com o público como estava rolando anteriormente, após a música The Beautiful People. O set list no final das contas não superou a passagem dele por aqui em 1997.

 

"Curtam o show e não se preocupem em filmá-lo" foi com esse recado que o Rammstein iniciou a apresentação que encerraria com chave de ouro a primeira edição do Maximus Festival no Brasil. Os alemães retornaram ao país após 6 anos e dessa vez trouxeram o cenário completo, já que o show foi num local aberto com direito a muita pirotecnia de fazer inveja ao próprio Kiss com quem a banda dividira o palco no mesmo Autódromo de Interlagos, num longínquo 1999. Mesmo com o público não seguindo a recomendação de não utilizar celulares ou câmeras, fogos sincronizados e máquinas soltando fogo fizeram parte da espetacular entrada.

 

E surge o vocalista Till Lindemann todo de branco e com uma cartola que logo explodiria. A banda alemã, referência do metal industrial mundial, não vinha para o Brasil desde 2010, a espera de 6 anos finalmente chegava ao fim.

 

Com um palco móvel, que lembrava muito uma fábrica industrial de aço, cenário mais que propício para os vários momentos de efeitos pirotécnicos ao longo do show, o destaque maior foi para uma espécie de bazuca apontado para uma torre em frente ao palco com uma explosão de fogos sensacional, levando a plateia à loucura. Vale mencionar o tecladista Christian Loren que em um dado momento parecia tocar enquanto corria em uma esteira. Um outro momento hilário Till Lindemann doma Christian Loren como um cachorro e o coloca dentro de uma caixa de metal e alguns minutos mais tarde ele sai da mesma caixa com uma roupa toda brilhante.

 

O repertório apresentado no Maximus Festival passeou por toda a carreira do grupo formado em 1994. A abertura ficou por conta de Ramm 4, uma canção nova e que já havia sido apresentada em shows recentes. A partir daí, o set list seguiu com: Reise, Reise, Hallelujah, Keine Lust, Zerstoren, Seemann, Ich tu dir Weh, Du riechest So Gut, Feuer Frei, Links 2-3-4. O momento alto do show ficou por conta dos clássicos Mein Herz Brennt, Ich Will (ambos do álbum Mutter, de 2001), e Du Hast (Sehnsucht, de 1997). A primeira parte do show acabou com a hipnótica Stripped, que na verdade é um cover do Depeche Mode e única música do Rammstein cantada em inglês. Essa musica na versão do Rammstein ficou totalmente irreconhecível, para não dizer melhor que a versão original.

 

Parecia que o show tinha acabado após uma sessão de fotos da banda com o público brasileiro ao fundo, poucos minutos depois a banda retorna ao palco com mais três grandes músicas: Sonne, Amerika e Engel (com Till se transformando num gigante anjo com asas de aço que flutua sobre o palco e obviamente pega fogo nas asas logo depois) vieram para levantar ainda mais os incansáveis fãs.

 

O segundo e último bis ficou com a música Te quiero puta, única música deles em espanhol, encerrando a apresentação apoteótica do Rammstein de uma hora e meia de show, com a banda toda de joelhos agradecendo o público brasileiro e com Till Lindemann arriscando algumas palavras em português, em um momento raro de interação com a banda e público, show este que foi um puro espetáculo , com alguns momentos teatrais sobrepostos a música mas que realmente entreteu a todos. Certamente a apresentação do Rammstein entrou pra lista dos excelentes shows que passaram por aqui nesse ano de 2016, embora ainda não terminado, com outras atrações internacionais previstas para tocarem aqui.

 

O Maximus Festival reuniu bandas com sonoridades semelhantes entre si e a expectativa é que a próxima edição siga os mesmo moldes. Mal podemos esperar pelo lineup de 2017.

 

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