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Sonata Arctica: entrevista exclusiva com tecladista Henrik Klingenberg

O Sonata Arctica, um dos grupos mais importantes do atual cenário do heavy metal mundial, vai realizar 10 apresentações no Brasil, durante a sua mais nova longa turnê pela América Latina. Os finlandeses trazem a turnê do álbum The Ninth Hour.


As apresentações são:

9/05 - Porto Alegre @ Teatro Amrigs
10/05 - Curitiba @ Music Hall
12/05 - Recife @ Clube Internacional do Recife
13/05 - Fortaleza @ DS Club
14/05 - Belém @ Botequim
16/05 - Belo Horizonte @ Gran Finos
17/05 - Juiz de Fora @ Cultural Bar
18/05 - Rio de Janeiro @ Circo Voador
19/05 - São Paulo @ Aquarius Rock Bar
21/05 - Limeira @ Bar da Montanha


Confira abaixo uma entrevista exclusiva da ROCK BRIGADE com Henrik Klingenberg, tecladista do Sonata Arctica:


Por Gustavo Maiato


ROCK BRIGADE: Primeiramente, nos fale um pouco sobre o conceito por trás do álbum The Ninth Hour. As letras falam sobre a humanidade, natureza e acredito que um pouco sobre política.

HENRIK KLINGERBERG: As letras são do Tony e temos um monte de tópicos diferentes nelas. Algumas músicas são sobre natureza e estão conectadas com a arte da capa do álbum, mas não é um álbum conceitual.


RB: A música Fairytale levanta a questão do aquecimento global. Você não acha que é uma ousadia uma banda de um gênero “badass” como o metal falar desse tipo de assunto?

HK: Pelo que eu sei, Fairytale é mais um tipo de música que é uma sátira política. O aquecimento global está em apenas uma linha da música. Pessoalmente eu não sou muito afeiçoado pela ideia de cantar sobre temas políticos, pois eu acho que a música deve aproximas as pessoas e não separar as pessoas. A política sempre divide as pessoas.


RB: Recentemente, vocês lançaram a música Wildfire 3, que é uma sequência da Wildfire 1 e 2, lançadas em álbuns anteriores. Agora o clássico White Pearl, Black Oceans ganhou sua própria sequência no novo álbum The Ninth Hour. Vai ser uma tendência para a banda escrever continuações de músicas antigas? Como surgiu a ideia para a White Pearl 2?

HK: Eu não tenho ideia se haverão mais sequências, eu acho que ninguém sabe por enquanto. Eu acho que a hora era certa para fazermos a segunda parte de White Pearl, Black Oceans. A música saiu de algumas ideias que o Tony trouxe que lembraram a ele a primeira parte de White Pearl de alguma forma.


RB: Desde o Unia vocês constantemente mudam a maneira como soam as músicas do Sonata Arctica de álbum para álbum. Vocês foram do metal sinfônico para o power metal, algo mais progressivo no meio e também músicas mais lentas. No entanto, nos primeiros álbuns como Ecliptica e Silence vocês eram 100% power metal. Pode-se dizer que a banda descobriu novas maneiras de fazer música e vem explorando essas maneiras ao longo dos álbuns mais novos?

HK: Eu não diria que o Ecliptica e o Silence são 100% power metal! Eu acho que todos nossos álbuns são diferentes uns dos outros e os álbuns antigos têm mais músicas power metal do que os recentes. Para nós é uma aventura e é realmente interessante ver onde nós vamos parar, nós tentamos mudas as coisas a cada álbum.


RB: Vocês mudam bastante a set list dos shows em cada turnê e escolhem músicas de álbuns antigos para tocar. Qual música antiga você gostaria de tocar nessa nova turnê?

HK: Nós estamos basicamente tocando músicas que já vínhamos tocando. Eu acho que a que mais gosto de tocar das antigas é The Power of One, que nós vamos tocar nessa nova turnê.


RB: Um dos grandes momentos das músicas do Sonata Arctica são os seus solos de teclado juntamente com os solos de guitarra do Elias. Como é trabalhar com ele e você pode nos dizer alguma diferença entre ele e o guitarrista anterior Jani?

HK: É claro que cada um é diferente, mas eu tive bons momentos trabalhando com os dois. Pelo que sei deles dois, eles são ótimos guitarristas e músicos então eu tive sorte de ter a oportunidade de detonar com esses caras.


RB: Tem alguma banda que você recentemente tem ouvido e gostado? Pode ser de metal ou não.

HK: O álbum Meliora, do Ghost e o novo álbum do Avenged Sevenfold (The Stage) são realmente divertidos para mim.


RB: Quais são as suas maiores influências musicais?

HK: Provavelmente Deep Purple e Dream Theater... Se eu tiver que estreitar mais, aí teriam tantos que é quase impossível responder.


RB: Tony costumava tocar teclado no começo da banda. Ele ainda colabora com a criação das linhas de teclado hoje em dia ou é apenas você quem faz isso?

HK: Eu normalmente dou uma olhada nas demos de teclado que o Tony faz para as músicas e então eu posso sugerir algumas mudanças ou não. Nós trabalhamos juntos nas linhas de teclado, meus solos, é claro, é apenas eu que faço.

 

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