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Sepultura: três shows de “Machine Messiah” no SESC Belenzinho em SP

 

SEPULTURA

SESC Belenzinho, SP/SP (27, 28 e 29/07/2017)

 

Texto por Patrícia Carvalho e fotos por Ronaldo Borges

 

A banda de metal Sepultura realizou um combo de três shows em São Paulo, no SESC Belenzinho. A banda apresentou algumas músicas do álbum novo, intitulado Machine Messiah, como I Am The Enemy, Phantom Self, Sworn Oath e Iceberg Dances. A banda também não deixou de tocar alguns dos clássicos, como Desperate Cry, Territory, além do hino que consagrou a banda, a música Roots, para delírio dos fãs.

 

A banda brasileira, que se propõe a fazer um som pesado de altíssima qualidade (e com certeza o faz!) ainda mantém suas peculiaridades dentro da cena metal, principalmente após o álbum Roots (1996); álbum este que criou um verdadeiro amalgama entre o thrash metal, a música brasileira (principalmente a música indígena, tendo participação da tribo xavante no álbum citado) e vários outros experimentalismos musicais.

 

O show de apresentação do novo álbum, por sua vez, mantém tais peculiaridades, não hesitando em ousar com batuques (Derrick agitou muitas músicas tocando um surdo de bateria que se encontrava a frente no palco, trazendo para o proscênio a essência da música tribal), solos melodiosos vez ou outra entre a guitarra distorcida e insana de Andreas Kisser, e até mesmo uma performance do mesmo dedilhando no violão na música instrumental Iceberg Dances.

 

O álbum Machine Messiah é o segundo disco com o baterista Eloy Casagrande e, com certeza, o público tem aprovado a escolha, o que se tornou nítido em vários momentos do show em que gritavam o nome do baterista enlouquecidamente.

 

Não podemos deixar de citar a participação nos vocais do grande baixista da banda, Paulo Jr, na música Polícia, para finalizar o show em grande estilo.

 

O vocalista Derrick Green, o guitarrista Andreas Kisser, o baixista Paulo Jr. e o baterista Eloy Casagrande consagraram a noite paulistana com muita energia e carisma, mostrando que é sempre possível experimentar novas nuances musicais, sem perder o fôlego e o mosh pit.

 

 
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