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Foo Fighters e Queens Of The Stone Age: noite apoteótica no RJ

FOO FIGHTERS e QUEENS OF THE STONE AGE

Maracanã, Rio de Janeiro, RJ , 25/02/2018

 

Texto por Luiz Mallet e fotos por Daniel Croce

 

Seguindo a ótica do sucesso da vez anterior na Cidade Maravilhosa, o Foo Fighters retorna num dia de domingo, também no começo do ano e, mais uma vez, com uma tarde de tempo agradável. Porém, dessa vez o convidado especial para a abertura era nada mais nada menos que Josh Hommes e o potente Queens Of The Stone Age. Trinta mil fãs lotaram as cadeiras e o gramado do Maracanã para vivenciar esse espetáculo, que teria abertura da banda Ego Kill Talent.

 

Banda essa que esquentou bem os presentes que chegavam aos poucos, lá pelas 18h30. O grupo faz um rock n roll conciso e vigoroso, aonde impressionam músicas como Sublimated, Still Here e Last Ride. Apesar da qualidade do grupo, o público ainda não se encontrava em grande número no show, mas mesmo assim palmas e aplausos não faltaram.

 

Lá pelas 19h30, o Queens of The Stone Age sobe ao palco com uma bonita cenografia e mostrando um profissionalismo musical diferenciado das outras vezes pelas quais passou pelo país. Um terço do setlist apresentou músicas do último álbum, nomeado Villains (2017), de onde foram executadas músicas como Domesticated Animals, The Evil Has Landed e The Way You Used To Do. Porém foram lembradas músicas de todos os álbuns como I Say By The Ocean, Make it With Chu e The Lost Art of Keeping a Secret.

 

Porém, é nos hits que o QOTSA garante seu grande show. Músicas como No One Knows, Little Sister, Go With the Flow e Song for The Dead fazem com que o público exploda e cante junto os refrões junto de Josh Hommes. Após uma hora e quinze de show, o grupo se despede mostrando um nível técnico apurado e deixando certezas de uma grande apresentação novamente em terras brasileiras.

 

Pontualmente às 21h30, o Foo Fighters sobe ao palco para garantir novamente um show épico. Abrindo de forma tímida com Run, que faz parte do último lançamento, Concrete and Gold (2017), a banda demonstra, se não tem o mesmo furor de outrora com músicas tocando exaustivamente em rádios, uma constante evolução musical. As músicas dos novos álbuns não são bombásticas e explosivas como antes, mas demonstram uma apuração técnica e um domínio melódico digno de quem sabe o que está fazendo.

 

Mas apenas a primeira música foi assim, pois logo a trinca All My Life, Learn to Fly e The Pretender fez questão de colocar todo mundo pulando que nem pipoca. Infelizmente, as jams que a banda faz no meio das músicas e as apresentações e momentos recheados de covers deixaram algumas músicas importantes da carreira da banda de fora, como Generator ou Cold Day in The Sun, mas hit não foi o que faltou na noite: My Hero e Times Like These por exemplo integraram o setlist com metade da sua execução acústica e metade elétrica, causando momentos apoteóticos.

 

É em Best of You que acontece o momento mais sublime da apresentação, aonde as trinta mil pessoas presentes se unem em um coro uníssono cantando a melodia da parte central da música, num momento que não só emociona os presentes, mas visivelmente o grupo fica surpreso com tamanha a força daquele instante. O grupo retorna para o bis divertida, aonde são executadas This is A Call, Let There Be Rock (Cover do AC/DC e executada como tributo a Malcolm Young, falecido ano passado) e Everlong, que arranca as últimas energias dos presentes.

 

Em mais uma passagem bem-sucedida pelo Rio de Janeiro, o Foo Fighters promete retornar para essas terras em um novo show, em algum momento. Nós esperamos que as próximas passagens carreguem estrelas tão potentes como o QOTSA e que sejam shows tão vigorosos, emocionantes e apoteóticos como o que foi apresentado.

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