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Confira como foi o Jazz Sinfônica Brasil Toca Rock em São Paulo

JAZZ SINFÔNICA BRASIL TOCA ROCK

Memorial da América Latina, São Paulo, SP , 29/03/2018

Texto por Elizabeth "Tibet" Queiroz e fotos por Marcos Kishi


Numa iniciativa inédita em São Paulo, aconteceu dia 29 de março, o Jazz Sinfônica Brasil Toca Rock.


O concerto, abriu as portas para o rock nacional no Memorial da América Latina, após 4 anos fechado por causa do incêndio que aconteceu em novembro de 2013 e reaberto em 15 de dezembro de 2017. O Memorial da América Latina está totalmente reformado e com uma acústica impecável, e colocou nessa última quinta feira dia 29/3, a orquestra Jazz Sinfônica Brasil, sob regência do maestro Fabio Prado, à disposição de artistas consagrados da cena rock nacional.


Grandes nomes das últimas gerações do rock brasileiro foram chamados para essa empreitada com a orquestra Jazz Sinfônica Brasil. Foram convidados: Oswaldo e Celso Vecchione da banda Made In Brazil, Sérgio Hinds do O Terço, Luiz Carlini e Sol Ribeiro do Tutti Frutti, João Luiz e Marinho Testoni da Casa Das Máquinas e Zé Brasil da Apokalypsis. Bandas essencialmente formadas nos anos 70, mostrando maturidade do rock nacional.


A produção dos artistas de rock foi da Luartti, capitaneada por Klaus Porlan, mas a ideia do evento partiu do Secretário da Cultura José Luiz Penna, ex integrante da banda de rock Papa Poluição ativa nos anos 70 e que também foi parceiro de Belchior na faixa Comentários a Respeito de John, muito bem interpretada pelo Zé Brasil, primeiro artista convidado a subir ao palco do Memorial nesse evento.


Dentro do programa foram apresentadas músicas nacionais e internacionais, com arranjos de músicos excepcionalmente brasileiros, mostrando versatilidade, beleza e resgatando e enriquecendo o estilo rock and roll.


Num Auditório Simón Bolívar, lotado por um público de todas as idades, a Jazz Sinfônica privilegiou sucessos que foram desde Start Me Up dos Stones, com arranjos de Nelson Ayres, passando por Beatles num pot pouri incrível que incluiu sucessos como Eleanor Rigby, Yesterday, Hey Jude e com arranjos de Luiz Arruda Paes. Um medley dos Mutantes, que viajou por Panis Et Circencis, Ando Meio Desligado, Balada do Louco e a partir daí os convidados da orquestra introduziram as faixas Comentários a Respeito de John música de Belchior e do Secretário José Luiz Penna, com arranjo de Cintia Zanco, seguida por Gita, música de Raul Seixas e Paulo Coelho, com arranjo de: Alexandre Daloia, interpretado por Zé Brasil, contemporâneo e amigo pessoal do Secretário.


Luiz Carlini e Sol Ribeiro subiram ao palco para duas músicas de Rita Lee e Tutti Frutti, Ovelha Negra com arranjos de Alexandre Daloia e Agora Só Falta Você com arranjos de Yuri Prado. Que nos presentou com solos incríveis, sempre de muito bom gosto e precisão de Luiz Sergio Carlini.


Serginho Hinds interpretou Hey Amigo, sucesso de O Terço, do LP Criaturas da Noite lançado em 75. Os arranjos para orquestra foram de Rogério Duprat e adaptado pelo maestro Fábio Prado.


A presença contagiante de João Luiz e Marinho Testoni do Casa Das Máquinas, incendiou a plateia e cortou definitivamente aquele clima austero da música erudita, num verdadeiro concerto de Rock and Roll, com todo mundo cantando junto a música Casa de Rock que deu título ao terceiro disco da banda, lançado em 76 pela Som Livre.


Os irmãos Celso e Oswaldo Vecchione, apresentaram a clássica Minha Vida é Rock ‘n’ Roll, música que dá nome ao quarto disco de estúdio Minha Vida é o Rock ‘n’ Roll do Made In Brazil, lançado em 81 pela RCA Victor, e que teve os arranjos para orquestra de Douglas Fonseca.


Antes de encerrar o evento o maestro Fábio Prado chamou ao palco o Secretário de Cultura do Estado de São Paulo, José Luiz Penna que foi homenageado com um troféu, feito especialmente para essa ocasião, idealizado por Gustavo Fernochi e confeccionado pela artista plástica Célia Thomé. Muito emocionado, Penna disse que devia isso ao rock nacional. Um lindo evento que selou sua despedida da Secretaria de Estado da Cultura.


Com todos de volta ao palco e com todo público já de pé, para um grande finale, um sucesso do rock nacional Que País É Esse? de Renato Russo, com arranjos de Alexandre Deloia.  Música super emblemática e que representa claramente o espirito do brasileiro no atual momento político. Finalizando no Bis com um clássico internacional Smoke on the Water da banda Inglesa Deep Purple, com todos os convidados e todo público, num momento único e cantando juntos numa celebração ritualística ao rock and roll. Vida longa ao rock nacional!

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