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Geek and Game Rio Festival: atrações variadas encantam público nerd

GEEK AND GAME RIO FESTIVAL


Riocentro, Rio de Janeiro, RJ , 20/07/2018 a 22/07/2018

Texto e fotos por Gustavo Maiato e Rodrigo Pimentel Guimarães Santos

 

O saldo dos três dias de evento no Riocentro foi muito positivo: agradou fãs de quadrinhos, games, música, filmes, séries e todos os tipos de entretenimento que possam ser enquadrados na chamada “cultura nerd”. Os maiores destaques, sem dúvida, foram as atrações que estavam presentes em carne e osso no evento, como Édgar Vivar, o eterno Seu Barriga do Chaves, Tom Wlaschiha, o Jaqen H’ghar de Game of Thrones, o pessoal do Choque de Cultura, que vem fazendo enorme sucesso no Youtube e o grande filho do deus metal, o performático Detonator, conhecido como Bruno Sutter nas horas vagas.

 

O centro de convenções do Riocentro foi dividido em várias áreas e a logística funcionou bem: praça de alimentação de um lado, palco para 900 pessoas do outro e muitas lojas vendendo quadrinhos, camisetas e bonecos no meio disso tudo. O preço geral dos itens estava um pouco salgado, ainda mais se você pagou os absurdos 28 reais de estacionamento e uma entrada inteira que custava 100 reais. Outro ponto fora da curva foi o preço do meet and greet com artistas internacionais. Era preciso desembolsar além do valor do ingresso para tirar uma foto com Tom Wlashciha ou com Édgar Vivar.

 

Voltando às atrações, domingo foi dia do Detonator comandar a festa e não faltou carisma e interação com os fãs. Teve dança das cadeiras, brincadeira com os cosplayers e, é claro, muita música. Pena que o músico não trouxe sua banda o que o obrigou a disparar a parte instrumental através de um computador. Os fãs estranharam um pouco, mas entraram no clima e bateram muita cabeça ao som de clássicos como Evil Papagali e Curupira.

 

O Rio de Janeiro fez bonito na organização do Geek and Games e mostrou competência e organização para futuras edições. (A próxima inclusive já está marcada e será em abril). Faltou bom senso com os preços das coisas e talvez um maior número de atrações cairia bem. Com certeza foi uma ótima oportunidade para artistas independentes mostrarem seus trabalhos e ter esse cara a cara com o público. Fica o gostinho de quero mais para o ano que vem!

 

 
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