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L7: confira como foi a estreia da banda na capital gaúcha

L7

Bar Opinião, Porto Alegre/RS (04/12/2018)

 

Texto por Flávio Soares e fotos por Aline Jeehow

 

As veteranas do L7, que retornaram à cena há bem pouco tempo, estiveram pela primeira vez na capital gaúcha na noite desta terça feira (04/12). Na década de 90, foram referência no movimento Grunge e nos movimentos sociais a favor da valorização das mulheres.

 

A noite começou ainda com um público pequeno, para conferir o ótimo trabalho da "one woman band" Bloody Mary Una Chica Band. Com as duas mãos na guitarra, os pés direito e esquerdo respectivamente num bumbo e "hihat" de bateria e (principalmente) com a boca no microfone, Marianne Crestani (a Bloody Mary) conquistou o público presente com a sua temática de valorização do sexo feminino, principalmente com o "você não precisa depender de ninguém", "sozinha você pode" e "juntas somos mais fortes".

 

Em seguida, Os Replicantes sobem no palco do Opinião para fazer um set inteligentemente curto, mas permeado de grandes sucessos, como Sandina, Festa Punk e Surfista Calhorda. Como disse a vocalista Júlia Barth, "a gente tá sempre se encontrando por aí, até a próxima".

 

Quando bateu as 22 horas, as quatro "garotas" sobem ao palco com "sangue nos olhos", já para uma casa bem cheia, com velhos fans mas também com um número muito expressivo de novos fans. Ovacionadas a cada riff ou a cada espaço entre as músicas, Donita Sparks e Suzi Gardner (vocais e guitarras), Dee Plakas (bateria) e Jennifer Finch (baixo) despejaram energia com acordes de guitarra, com o peso do baixo e bateria do Grunge e vocais alternados entre melódicos e gritados. Músicas conhecidas como Freak Magnet, Monster e Must Have More mescladas com os novos singles Come Back To Bitch e Dispatch From Mara-Lago fizeram a felicidade tanto dos "tiozões" quanto dos mais jovens.

 

Para o bis, reservaram a também clássica American Society, a sua música mais conhecida Pretend We're Dead e a rápida Fast and Frightening. Em uma hora e meia de show, 22 músicas e muita interatividade com o seu público, o L7 mostrou que a escolha em retornar ao cenário Rocker foi uma decisão mais do que certeira.

 

 
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