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Jordan Rudess relembra histórias e toca clássicos em show solo no Rio

JORDAN RUDESS

Teatro NET, Rio de Janeiro/RJ (10/12/2018)

 

Texto e fotos por Gustavo Maiato

 

“Quando eu era criança, fiz uma audição para um comercial de band-aid onde eu precisaria tocar um piano. Como eu era o único músico entre os atores concorrendo, acabei ganhando. Eu tinha que fazer um glissando (deslizar o dedo tocando todas as teclas brancas em sequência) e terminar com a câmera focalizando meu dedo. O problema é que o band-aid sempre saía do meu dedo e eu tive que refazer essa cena umas trinta vezes até dar certo”. Histórias como essa formaram o pano de fundo do mais recente show de Jordan Rudess, um dos maiores nomes do teclado nos dias de hoje. “From Bach To Rock” é uma autobiografia musical onde Jordan conta como foi seu começo na música clássica e a transição para o rock progressivo, com sua entrada no Liquid Tension Experiment e, posteriormente, no Dream Theater.

 

Teve de tudo um pouco: David Bowie, Pink Floyd, Chopin, e até uma música inédita que ainda será lançada ano que vem chamada Just For Today. O músico também cantou diversas músicas, com destaque para sua bela interpretação de I Talk To The Wind, da banda de rock progressivo inglesa King Crimson. Mais para o final do show, fazendo um jabá de seu próprio aplicativo musical, Jordan abandonou seu belo piano de cauda e se dirigiu a uma espécie de púlpito que na verdade era um grande iPad que ele transformou num teclado futurista. De posse da geringonça, ele tocou um improviso de blues com baixo e bateria acionados pelo mesmo dispositivo.

 

As mais aguardadas da noite, porém, eram os clássicos do Dream Theater. O tecladista fez um medley com The Silent Man / Hollow Years / The Spirit Carries On e mais para frente tocou a dificílima The Dance of Eternity (mais conhecida como “O Pesadelo de Aquiles Priester”) e deixou todo mundo de boca aberta. Foi uma noite intensa onde os fãs do músico puderam apreciar sua desenvoltura em um formato inusitado. Seria muito legal que essas iniciativas de autobiografia musicais se espalhassem por aí, para podermos conhecer um pouco mais da trajetória de tantos músicos que marcaram a história da música.

 

 
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