logotipo
35 anos de rock'n'roll

Música do Dia


OZZY OSBOURNE - Let Me Hear You Scresm

Krokus anuncia último show da carreira em território americano

A clássica banda suíça fará seus shows de despedida da América: último da carreira será em Los Angel...

Skid Row quer fechar trilogia “sem pressa” na temporada 2020

Banda está dando os toques finais no álbum que fechará a trilogia United World Rebellion, em 2020.

Ghost quer seguir os passos do Iron Maiden e do Metallica

Tobias Forge confirma que a banda voltará a gravar em janeiro: mas é um projeto especial.

  • Krokus anuncia último show da carreira em território americano

    Terça, 10 de dezembro de 2019
  • Skid Row quer fechar trilogia “sem pressa” na temporada 2020

    Segunda, 09 de dezembro de 2019
  • Ghost quer seguir os passos do Iron Maiden e do Metallica

    Segunda, 09 de dezembro de 2019

Entrevista EXCLUSIVA com a EV7: “Não fizemos economia porca com o Eluveitie”

Entrevista por: Gustavo Maiato

 

Rock Brigade: Obrigado por aceitar falar com a gente. Como surgiu o primeiro contato e a primeira ideia de trazer o Eluveitie para o Brasil?

 

Eliel Vieira: Quando a banda lançou o single Rebirth, em 2017, a minha empresa (EV7) escreveu para o agente de reserva deles perguntando sobre a disponibilidade da banda para shows no Brasil e na época eles responderam que eles ainda estavam voltando e não tinham intenção de marcar shows, mas que eles entrariam em contato posteriormente.

A banda fechou aquele show no cruzeiro 70.000 of Metal em Miami e começaram a agendar datas após esse cruzeiro aqui na América Latina. Passaram por México, Costa Rica Colômbia... E a minha produtora contratou cinco shows: Chile, e quatro no Brasil, que seriam São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Curitiba. Na verdade, teria um show no Rio, mas eles decidiram não fazer porque os locais que nós propusemos para eles foram negados por ter qualidade ruim.

 

Rock Brigade: Como funciona todo o processo da produção de um show? A produtora entra num acordo sobre o que deve ser disponibilizado no camarim e sobre a questão dos equipamentos? Porque uma das razões alegadas pela banda é que o camarim e os equipamentos não estavam de acordo com o contratado.

 

Eliel: As bandas geralmente possuem um arquivo chamado rider que é onde eles colocam o tipo de equipamento que eles precisam, com que tipo de som eles querem trabalhar, qual backline, bateria, amplificador, tipo de iluminação. As bandas geralmente mandam isso pra gente e a gente responde... ‘Olha, isso a gente tem disponível, isso não tem, isso temos uma segunda opção. Através dessa troca de e-mails a gente vai ajustando.

O que aconteceu com o Eluveitie foi que eles mandaram um rider antes de o contrato ser assinado e enviaram um segundo arquivo em meados de janeiro, quando todos os shows já estavam anunciados. Esse arquivo de janeiro tem muito mais exigências do que o que foi enviado antes do contrato ser assinado. A gente recebeu esses dois arquivos e estranhamos muito que eles falem que o cancelamento se deu por falta de equipamento.

Nós enviamos uma lista para cobrir as quatro cidades com o mesmo equipamento, então nós contratamos uma empresa do Rio de Janeiro que é a HR Backlines, que atende quase 100% dos shows que passam pelo Rio. Os shows que eu faço pelo Brasil são sempre com eles, eles possuem um equipamento excelente. Eles receberam o arquivo da banda e viram que tinham tudo que eles queriam e nos enviaram um documento com essa lista, depois nós encaminhamos para a banda e foi com ele que a banda tocou em São Paulo.

O equipamento de Belo Horizonte era exatamente o mesmo do de São Paulo. Não houve nenhuma reclamação sobre isso no dia. Após o show de São Paulo, o produtor da banda, o Patrick Häberli, nos escreveu um e-mail bem rude onde ele começava dizendo que praticamente nada funcionou no show de São Paulo, onde ele cita atrasos da van, atraso para chegar na casa de shows, atraso para o camarim ficar pronto. Esses atrasos se deram devido a tempestade que caiu em São Paulo na sexta e o trânsito ficou totalmente caótico. Mas o engraçado desse e-mail é que ele diz que nada funcionou, a única coisa que funcionou é que o hotel estava muito bom e os equipamentos eram ótimos.

Então, quando a banda fala que tocou em São Paulo com equipamentos precários e que não funcionavam isso contradiz o e-mail que o próprio produtor técnico da banda nos enviou atestando que tudo estava excelente. O equipamento de BH era o mesmo, viajou de caminhão de SP para lá. Em BH eles nem quiseram montar as coisas, não testaram o som da casa, a iluminação, nem nada. Essa acusação de que o cancelamento se deu devido a equipamento ruim... Eles deveriam então informar que tipo de equipamento estava faltando em São Paulo e, se realmente estava faltando, porque no e-mail não constava reclamação acerca de equipamento? E a banda devia explicar também por que eles enviaram uma lista antes do contrato ser assinado e outra depois.

 

Rock Brigade: Quando você percebeu que as coisas começaram a dar errado? Quando as coisas começaram a desandar a ponto de vocês terem que cancelar toda a turnê?

 

Eliel: A gente foi recebendo sinais ao longo do dia. Em São Paulo estava caindo uma tempestade no dia e consequentemente as coisas atrasaram. Então, a forma com que as pessoas cobram as coisas, você sente com que tipo de disposição ela tem em relação a solução de problemas. Era tudo com muita grosseri a, não entendendo a situação... Estava chovendo, lógico que teriam atrasos. Já no show de São Paulo eu senti problemas, tanto que na sexta eu mandei um WhatsApp para o agente da banda dizendo que teríamos problema nessa turnê.

O Patrick é muito grosso, muito estúpido, ele gritou com o Tuatha de Danann, expulsou eles aos berros do palco, está destratando todo mundo. Eu mesmo falei que se ele gritasse de novo com a banda de abertura, eu mesmo iria cancelar os shows. Se ele ficar ameaçando cancelar por causa de bobeirinha, eu vou cancelar, porque não é assim que se trata profissionais. Isso foi na sexta após o show muito bem-sucedido de São Paulo.

Em relação ao show de BH as coisas foram estranhas. O voo atrasou no dia e eles chegaram muito irritados. A primeira coisa que o Patrick fez quando desceu da van foi tirar uma foto da pichação que tinha na casa de show. Na Suíça não deve ter isso... Ele virou para mim e disse ‘já da pra ver que hoje vai ser excelente aqui hein...’. Aí eu pensei comigo: ‘po, como é que o cara pode tirar a conclusão de como as coisas vão ser só por isso’. Enfim, ele entrou e começou a olhar as coisas. Eu avisei que o camarim estava pré-montado, a banda não estava lá então não faria sentido as coisas estarem todas prontas. Estava chovendo pra caramba também, qualquer pessoa pode verificar isso.

Eu avisei que daqui a pouco tudo estaria ok. Ele veio comentar comigo sobre um problema em relação ao dinheiro. A banda já tinha recebido 95% do valor do contrato, faltavam 1300 dólares. Era sábado e eu não conseguiria trocar esse dinheiro, não tinha casa de câmbio abertas em Belo Horizonte. Foi um erro meu, eu devia ter trocado antes, não consegui trocar em São Paulo por causa do temporal, eu nem saí da casa de show. Independente disso foi erro meu não ter providenciado antes, mas não é que eu não queria pagar.

Eu ofereci ao Patrick várias alternativas. Eu ofereci o valor equivalente em reais e coloquei em cima da mesa. Se ele quisesse receber agora, só conseguiria pagar em reais, como ainda teriam outros shows pela frente, eles poderiam trocar mais pra frente. Se o valor da troca tiver alguma perda, eu completo, vão ter vários voos ainda. Se ele quisesse dólar, não havia casas de câmbio abertas naquele horário, elas fecham 14h no sábado, já eram 14h30. Ou se ele quisesse, eu entregaria 100% em dólar na segunda, a gente ainda teria um show na terça, então não teria que imaginar que eu iria calotear eles tendo um show ainda.

Quando tudo foi negado eu disse, ‘ok, vou ter que ir em Confins comprar os dólares (no aeroporto) e isso vai levar mais do que 40 minutos’. Por que ele tinha me dado um ultimato: ‘daqui 40 minutos a banda vai sair para a casa de shows e se eu não tiver esses dólares comigo a banda vai voltar para o hotel e o show estará cancelado”. Eu disse que em 40 minutos não dava, o aeroporto é longe, precisaria de pelo menos 2 horas. A saída mais fácil era entregar em reais, amanhã no voo para Brasília eles trocam e se ficar faltando qualquer coisa eu finalizo essa pendência na hora.

Ele não aceitou e a banda chegou, se reuniu no camarim e começaram a conversar sobre os problemas. Juntou a questão do pagamento, a questão do camarim que não estava pronto e ele veio falar comigo que a iluminação era precária e não atendia. Essa questão eu acho que foi uma desculpa a mais, ele começou a juntar indícios. Sabe quando você vai terminar com uma namorada? Tem uma questão que é o estopim, mas você começa a juntar várias coisas para convencer... Ah, a iluminação é uma bosta, a casa não tem segurança, não recebemos nosso dinheiro, o camarim não estava pronto.

 

Rock Brigade: Sobre o pagamento, a banda disse que era para a EV7 ter pago semanas antes, e que só foi pago dois dias antes, e por isso o produtor da banda já estava nervoso e etc...

 

Eliel: Teve essa questão de o pagamento ter chegado muito em cima da hora, mas temos uma coisa que precisamos comentar aqui. A gente enviou o comprovante de pagamento desses valores, mas o pagamento voltava para a conta de origem porque o swift que a banda enviou era inválido (N. do T: O número Swift tem como finalidade identificar qualquer instituição bancária no mundo inteiro). A mesma questão aconteceu com o produtor da Colômbia. Era uma conta na Áustria, ela saía daqui e ia para um banco nos EUA, e de lá ia para a Áustria. É uma operação demorada, temos o e-mail do banco no Chile, com a gerente do banco lá informando que tentou fazer o pagamento duas vezes e o dinheiro voltou.

Então, a agência passou a conta do próprio Eluveitie e assim o dinheiro chegou lá. O que importa nessa questão é o seguinte... O dinheiro chegou dois dias antes da viagem para o Brasil, por mais que tenha tido esse desgaste, eles chegaram aqui com mais de 90% do dinheiro na conta deles. Não era para eles estarem irritados ou nervosos por isso, na minha opinião é mais uma tentativa de encontrar justificativas para o comportamento não profissional do Patrick.

 

Rock Brigade: Outra coisa que foi bastante comentada é que tem duas pessoas na banda que são veganas. Foi alegado que não tinha nada vegano no camarim para eles comerem e isso gerou até piadas depois. Como foi essa questão? Realmente não tinha nada?

 

Eliel: Em São Paulo, a comida chegou atrasada, mas chegou antes da banda. Porque a equipe técnica vem antes e quando eles chegaram realmente as coisas veganas não estavam no Carioca Club, mas quando a banda em si chegou, o camarim estava 100% montado. Ao final do show inclusive eles pediram pizzas, algumas delas veganas, e eles praticamente nem encostaram na pizza vegana. Eles tiraram uma fatia e o resto ficou para desperdício. Inclusive eu dei as pizzas para o Tuatha, peguei quatro pizzas e dei para eles.

Em relação a BH, quando a equipe chegou, as coisas veganas não estavam, mas quando a banda chegou, as coisas veganas chegaram 10 minutos depois, mas eles já tinham decidido que o show estava cancelado. Inclusive a gente deu as coisas veganas para nosso produtor técnico para não se perder. Mesmo assim, eu imagino que seria um pouco preciosismo demais cancelar um show por isso. Tinha gente de Manaus que veio ver, isso deve custar uns 1500 reais agora no período de carnaval, eles não pensaram nessas pessoas. Tinha gente de Salvador, Porto Alegre, Rio, se a causa real foi essa, eu acho preciosismo demais.

De qualquer forma, quando eu menciono na minha nota de cancelamento os itens veganos, eu não quis dizer que são difíceis de achar. De cada 10 restaurantes ou padarias, 9 não são veganos, não é o regular, então se você vai comprar o camarim de uma banda e ninguém é vegano, você pode comprar tudo no mesmo lugar. Se tem algum vegano, você tem que ir procurar em outro lugar que nunca é próximo, você tem que viajar, se deslocar... A gente não se negou, isso é importante, não nos negamos a entregar o rider de hospitalidade.

Na verdade, o calcanhar de Aquiles para qualquer coisa que a banda diga é que eu sempre me mostrei ser uma pessoa extremamente hospitaleira para eles. No início, a ideia era fazer cinco shows, terminando no Rio. Mas eles não aceitaram e a proposta final de contrato assinado e tudo era com o último show em Curitiba. O voo internacional era de responsabilidade deles, só que ao invés de eles emitirem o voo saindo de Curitiba para Suíça no dia 20, eles marcaram saindo do Rio no dia 21.

Ou seja, por erro deles, eles criaram uma demanda de voar 13 pessoas para o Rio, fora o custo de hospedagem. O que eu fiz? Eu me dispus, por pura vontade de querer o bem deles, a comprar voos de Curitiba para o Rio e colocar a banda em um hotel em Copacabana, pelo menos eles iriam curtir um dia de folga. Eles nem sequer me pediram isso, cheguei a comprar os voos, ficaram em mais de 6 mil reais. A hospedagem seria mais uns 3 mil reais. Será que um produtor que se dispõe a gastar quase 10 mil reais para corrigir um erro da banda faria miséria em relação a itens veganos de camarim ou em relação a chá?

Isso é um calcanhar de Aquiles em qualquer tentativa da banda de argumentar que eu fiz economia porca na produção.

Eu gostaria de deixar claro que foi muito infeliz a atitude da banda. A percepção que eu tenho em relação a tudo isso é que o produtor deles, o Patrick, já estava nervoso por causa de atrasos de voo, excesso de chuva, ele já chegou com uma predisposição ruim ao local de show de BH. Segundo palavras do Bruno Maia, do Tuatha, o produtor já chegou querendo ‘botar o show no chão’. Ele não tinha interesse em trabalhar para resolver. Deve ter dormido muito pouco, quis cancelar o show, e a banda não mensurou o tamanho do prejuízo que isso causaria a eles. A banda soltou duas notas em relação a isso que são contraditórias. A primeira diz que o show foi cancelado por falta de equipamentos e por falta de segurança. A segunda diz que a casa era excelente e o problema teria sido outro.

Então, eu acho que a banda tomo uma decisão sem pensar nas consequências a partir do que o produtor deles disse. Depois que a banda botou para o hotel, eu fui atrás deles, isso era 15h30 da tarde, eu me dispus a fazer um plano de contenção: contratar tudo que, na opinião deles, estava faltando. Tirar toda a iluminação da casa e contratar tudo novo, o que seria desnecessário e um desperdício de dinheiro. Mas se era para gastar mais dinheiro para salvar o show, eu preferi salvar o show...

O plano que eu apresentei foi: cortar o Tuatha de Danann, tirar a iluminação e botar uma nova, daqui 2 horas lá para 17h estaria tudo pronto. Eles poderiam montar o equipamento, passar o som e quando fosse umas 21h vocês poderiam subir para fazer o show. É um sábado, esse horário é perfeito. Haveria uma festa GLS na mesma noite e o produtor dessa festa concordou em atrasar o evento, tudo para que o show do Eluveitie acontecesse.

Esse plano era facilmente executável, mas eles já estavam resolutos de que não queriam tocar naquele dia. Quando eles fizeram isso, eles me passaram uma lista das exigências de coisas que eu precisaria melhorar para que os próximos shows acontecem sem problemas. Eu disse que não, se cancelar hoje, cancela a turnê inteira, não tem papo. Aí eles acharam que eu estava blefando. Eu voltei para a casa de show, botei todo mundo para dentro da casa, peguei o microfone e encarei todos os presentes e comecei a contar tudo que estava acontecendo.

Quando eles souberam disso, o agente da banda me mandou e-mail implorando para que eu fizesse os shows. O empresário que nunca tinha me ligado começou a disparar mensagens no meu WhatsApp perguntando porque eu estava tomando essa decisão tão drástica. Eu disse que não queria mais conversa com eles e realmente procedi com o cancelamento dos outros shows. Eu não compactuo com esse tipo de coisa sabe. Se alguém da banda viesse falar comigo questionando que o último show era em Curitiba e o voo saía do Rio, eu poderia muito bem ter dito que segundo o contrato, esse voo e hotel é responsabilidade de vocês. Eu não fiz isso, eu disse que cobriria o voo e hotel como cortesia, para compensar esse atraso do pagamento que foi e voltou duas vezes.

Eu poderia ter acionado o contrato, mas não acionei. O que eu esperava é que eles também fossem além do contrato, que dissessem: ‘Eliel, está faltando isso, isso e isso, em quanto tempo você pode nos fornecer?’. Apesar de eu contestar essa questão porque o equipamento era o mesmo de São Paulo. Eu queria que eles fossem além do contrato, eles não estavam fazendo esmola aqui no Brasil, eles receberam bem, mais do que nas outras turnês aqui pelo Brasil.

Faltou jogo de cintura, faltou respeito não só por mim, mas pelos fãs que tinham viajado. Tinha gente de Manaus, Salvador, Porto Alegre. BH era o show do sábado, foi o show que muita gente escolheu para viajar.

 

Rock Brigade: E em relação aos próximos trabalhos da EV7, o que você pode contar para gente?

 

Eliel: A gente vai ter um trabalho com o Mark Farner do Grand Funk Railroad em maio, temos uma turnê em abril que será divulgado essa semana com um nome da cultura pop inédito no Brasil. Para o segundo semestre, devem ter algumas coisas que ainda estão em negociação, que não podemos anunciar ainda. Inclusive, vai ter um nome em setembro que essas pessoas que gostam de folk metal na linha do Eluveitie vão gostar, vai gerar muita repercussão. Vamos tentar anunciar na semana que vem.

 

Rock Brigade: Alguma consideração final ou mensagem final?

 

Eliel: Eu gostaria de saber se eles pretendem devolver o dinheiro dos shows que não foram realizados. Eles receberam mais ou menos o montante de 9.600 dólares por esses shows não realizados. Eu mandei um e-mail cobrando, pedindo o estorno do dinheiro e seria bom se eles respondessem isso. Se eles pretendem devolver ou dar calote.

Outra coisa... Porque que a banda informou a membros do meet and greet de BH que eles haviam cancelado porque não tinham recebido nenhum centavo, que tinham recebido calote em São Paulo. Por que informaram isso a pelo menos duas pessoas do meet que postaram isso no Facebook? Se isso é verdade, por que não mencionaram isso na nota de cancelamento? Eles estavam mentindo antes ou depois?

 
Busca no site