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Slayer: thrash metal com muitas "pedradas" em São Paulo

SLAYER

Via Funchal, SP/SP (09/06/2011)

 

Texto por João Gobo e fotos por Luciano Piantonni

 

Criar uma identidade deve ser, provavelmente, o maior reconhecimento que um artista, seja ele KORZUS por LPescritor, músico ou pintor, pode receber. Quando determinado movimento artístico se condensa em uma única persona e essa passa a representar aquele todo, é indício que os semelhantes o reconhecem como ícone. É o caso, por exemplo, de Pablo Picasso e a pintura cubista, Salvador Dalí com o movimento surrealista, Mozart com a música clássica e o Black Sabbath com o heavy metal.

 

O nome thrash metal evoca inúmeros nomes. Mas um que é, sem a menor sombra de dúvida, sinônimo do estilo é Slayer. Os americanos conseguiram, ao longo de trinta anos, manter a agressividade que tanto os consagrou e ajudou a moldar os alicerces do estilo. KORZUS 2 por LP

 

Pela quarta vez no país, divulgando o último álbum World Painted Blood, todos os fãs presentes sabiam exatamente o que esperar, e foi justamente por isso que praticamente lotaram a Via Funchal. A simplicidade, honestidade e paixão com que o grupo toca é notável e, certamente a principal razão para o sucesso. É simples, Slayer é exatamente o que sempre foi, sem tentar se adequar aos modismos que surgiram e desapareceram ao longo da carreira. Obviamente essa postura cria eco nos fãs que correspondem da mesma maneira passional.

 

A abertura ficou a cargo do Korzus, que nunca escondeu a admiração pela banda americana, fato que pode ser facilmente oTOM ARAYA 3 por LPbservado em suas músicas. Foi um bom show, pena que nem metade dos espectadores estivesse presente. As pessoas foram chegando aos poucos, durante a apresentação, e só depois a casa ficou lotada.

 

Após um intervalo razoável e sem aviso prévio a atração principal entrou em cena com World Painted Blood, Hate Worlwide e War Ensemble, quando de repente o som sumiu, para a ira de todos os presentes. A banda simplesmente não parou de tocar e o público em peso cantou a música até o final. Foi emocionante!

 

Falha devidamente consertada e mais “pedradas” pela frente: Postmortem, Temptation, Dittohead, Stain Of GARY HOLT 2 por LPMind, Disciple e Bloodline. Uma das surpresas da noite foi Dead Skin Mask, muito bem executada, seguida de Hallowed Point e da clássica The Antichrist, outro momento memorável!

 

Gary Holt, guitarrista convidado, desempenhou muito bem o seu papel, pena que o som da sua guitarra estava bem mais baixo que a de Kerry King, mesmo assim, foi uma ótima escolha para substituir Jeff Hanneman. O entrosamento entre os músicos estava muito bom. Outro destaque vai para Dave Lombardo, o cara simplesmente continua destruindo, não havia nenhum recurso como trigger ou coisas assim, totalmente old school, isso sem falar na empolgação.  Realmente quem sabe, sabe!

 

O set seguiu com Americon, Payback, Mandatory Suicide, Chemical Warfare, Ghosts Of War, Seasons In The Abyss, outra que foi muito esperada, e Snuff.

 

DAVE LOMBARDO por LPO final não poderia ter sido melhor, uma seqüência avassaladora pra não deixar “pedra sobre pedra”: South Of Heaven, Raining Blood, Black Magic e Angel Of Death. Foi indescritível, tive a sorte de assistí-los pela quarta vez e ainda assim, saí impressionado.

 

Uma prova contundente de que personalidade é tudo!KERRY KING por LP

 
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