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Symphony X retornou ao Brasil e tocou para fãs de verdade em SP

SYMPHONY X

Via Funchal, SP/SP (04/06/2011)

 

Texto por João Gobo e fotos por Rafael Orsi

 

Muito conhecida pelos arranjos complexos e pelo virtuosismo de seu líder e principal compositor, o SymphonyX_22guitarrista Michael Romeo, a Symphony X retornou ao Brasil para algumas apresentações. Por transitarem entre o metal melódico e o rock progressivo com certa facilidade e naturalidade, agregam fãs desses diferentes subgêneros, pessoas que apreciam músicas longas, tecnicamente complicadas e cheias de variações. Um erro comum, nesse meio, é a auto-indulgência ou, em outras palavras, quando o tecnicismo ultrapassa o limite do artístico e a música deixa de ser um instrumento de entretenimento e passa a ser uma vitrine de toda a capacidade de determinado instrumentista. É perigoso e extremamente chato. A musicalidade tem que partir da alma, isso atesta o caráter artístico de uma obra.

 

A abertura ficou a cargo da Andragonia. Com mais de vinteSymphonyX_25 anos na militância em prol do heavy metal, essa foi a única vez que tive a oportunidade de presenciar um show em que o som da banda de abertura estava mais alto que a banda principal. Chegava a incomodar. Confesso que assisti a maior parte bem longe. Sinceramente, sei da competência do grupo porque já tive a oportunidade de vê-los, mas ali, naquele contexto, ficou difícil avaliar algo...

 

Infelizmente, o público não foi dos maiores, a casa estava bem vazia. Era possível circular tranquilamente e chegar até a grade com extrema facilidade. Em contrapartida, a platéia era composta realmente por fãs, que conheciam todas as letras, melodias, etc.

 

A instrumental Oculus Ex Inferni abriu a noite seguida de Of Sins And Shadows, Domination e Serpent Kiss.

 

SymphonyX_37Com o som bem mais baixo, era possível definir melhor os detalhes. Não é preciso dizer que todos os membros da banda são extremamente competentes com seus respectivos instrumentos. A influência de Malmsteen no estilo de Romeo chega a ser impressionante, tamanha a similaridade nos licks e até nos trejeitos.

 

O set seguiu com The End Of Innocence, Paradise Lost, Smoke And Mirrors, Eve Of Seduction e Dehumanized.

 

Set The World On Fire encerrou essa parte da apresentação. Enquanto a banda cumpria o famigerado ritual de “dar um tempinho” para voltar, o povo bradava pedindo mais. A resposta foi The Odyssey com seus mais de vinte e quatro minutos de duração que faria o próprio Homero (poeta grego que inspirou a música) cochilar algumas vezes. EmSymphonyX_46 estúdio, ela é muito bonita, mas convenhamos, daria pra ter otimizado esse tempo acrescentando varias outras composições. Até os pagantes que participaram ativamente todo o tempo deram uma relaxada nessa hora.

 

No contexto geral, o saldo foi positivo. A galera saiu bastante satisfeita, comentando principalmente, os feitos técnicos dos instrumentistas.

 

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