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Cradle Of Filth: confira entrevista exclusiva com o guitarrista Paul Allender

Cradle of Filth: o resgate da agressividade do passado

 

Por Leonardo Rocha

 

Após a apresentação no Carioca Club, Paul Allender, guitarrista da formação original do Cradle of Filth, gentilmente nos concedeu uma curta entrevista no Hotel em que a banda estava hospedada.

 

ROCK BRIGADE – Paul, onde você atuou depois que saiu da banda, logo após o lançamento do primeiro álbum?

PAUL ALLENDER - Formei  um projeto chamado Blood Divine (NR: banda de doom metal que Allender montou junto aos também ex-Cradle of Filth, Paul e Benjamin Ryan), que durou  dois álbuns. Foi uma coisa legal de se fazer na época, eventualmente cheguei a tocar com o Cradle of Filth ao vivo e dediquei mais tempo pra minha vida pessoal, até retornar definitivamente para o  álbum Midian (2000).

 

RB - O público do Cradle of Filth mudou ao longo dos anos?

PA - Acredito que sim. É bastante natural, uma vez que a  cada álbum a banda apresenta uma sonoridade diferente, então, não me surpreende que o público mude ao longo dos anos.

 

RB - No passado muitas pessoas faziam comparação entre o Cradle of Filth e Dimmu Borgir, você concorda com isso?

PA - Nunca entendi isso. O Dimmu Borgir é norueguês e nós somos ingleses (risos). Hoje em dia quase não acontece mais, as pessoas perceberam que a sonoridade das bandas são bem diferentes.

 

RB – É certo analisar que o último álbum, Manticore and Other Horrors, remete aos primórdios do Cradle of Filth?

PA - A ideia era essa, tornar o álbum mais agressivo e com o mesmo espírito - na parte conceitual - da época do Cruelty and The Beast, e com  o feeling do Dusk and Her Embrance.

 

RB - Quais foram as suas impressões em todas as vezes que esteve no Brasil?

PA - Os fãs brasileiros são fantásticos! Foi incrível tocar para este público nas duas vezes em que estive aqui com o Cradle of Filth.

 

Para conferir a resenha completa do evento e fotos, clique aqui.


 
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