logotipo
35 anos de rock'n'roll

Música do Dia


OZZY OSBOURNE - Let Me Hear You Scresm

Tristeza dupla: morrem bateristas dos grupos C.O.C. e To/Die/For

Reed Mullin e Santtu Lonka morreram nesta semana: causas não foram reveladas.

Black Swan: superprojeto de hard rock reúne músicos consagrados

Novo supergrupo reúne músicos de Whitesnake, Dokken, Foreigner, Mr. Big, Ace Frehley e MSG.

Absu anuncia seu fim após briga com guitarrista que virou trans

Banda texana de black metal usa redes sociais para anunciar oficialmente seu fim.

  • Tristeza dupla: morrem bateristas dos grupos C.O.C. e To/Die/For

    Terça, 28 de janeiro de 2020
  • Black Swan: superprojeto de hard rock reúne músicos consagrados

    Terça, 28 de janeiro de 2020
  • Absu anuncia seu fim após briga com guitarrista que virou trans

    Terça, 28 de janeiro de 2020

Legion Of The Damned: holandeses falam sobre vinda ao Brasil

Por Iza Rodrigues

 

Em 2004, após a saída de Rachel Heyzer, a banda Occult resolveu mudar de nome. Surgiu então o Legion Of The Damned. Na preparação de seu sétimo álbum e prestes a visitar o Brasil pela segunda vez, a Rock Brigade entrevistou o vocalista Maurice Swinkels, onde ele fala sobre como foi tocar no Metal Open Air e quais as expectativas pelos shows no Brasil.


O Legion Of The Damned está preparando um álbum novo, Ravenous Plague. O que você pode nos adiantar sobre ele e quando será lançado?

Será mais uma vez registrado por Andy Classen, o homem por trás do típico som do LOTD. Será o nosso álbum mais diversificado e também o primeiro registro com o novo guitarrista. Eu amo gravar! Ainda não se sabe quando o álbum será lançado, mas acho que no final deste ano ou no início de 2014. Nós vamos lançar um split junto com o Kreator em 28 de junho com uma das novas músicas, chamada "Summon All Hate". Creio que ela estará online até essa data.


A banda agora tem dois guitarristas. A intenção é soar ainda mais pesado?

Sim! Nós viemos conversando sobre isso há anos, mas nunca tínhamos decidido. Tínhamos uma formação estável e pensamos que outra pessoa iria quebrar a atmosfera, mas no final, sabíamos que algo tinha que mudar. Quando fazemos nossos solos ao vivo, parte da sonoridade se perdia.
Agora com dois guitarristas, temos mais energia e poder. Para a turnê da América do Sul só irá um guitarrista, pois quando o novo guitarrista Hein Willekens se juntou a banda, toda a tour já estava organizada financeiramente.

 

A Holanda ficou conhecida nos últimos anos por ser o país de bandas como Epica, After Forever e Within Temptation. Como é a cena do Metal extremo? Existem muitas bandas de thrash e death metal?

Thrash e Death Metal, sim, mas não como anos atrás, mas ainda existem algumas ótimas bandas como a Thanatos, Hail of Bullets e Asphyx. Eu não conheço muitas bandas do underground, pois não tenho muito tempo para procurar.

 

A banda veio ao Brasil pela primeira vez para participar do Metal Open Air. Muitas bandas cancelaram os shows devido a falta de segurança e estrutura, mas mesmo com todos os problemas, o Legion Of The Damned subiu ao palco. O que fez vocês tomarem a decisão de se apresentarem?

Existem várias razões do porque escolhemos tocar. Primeiro de tudo: nós fazemos música há mais de 20 anos, era a nossa primeira vez na América do Sul, ninguém seria capaz de nos parar. Mesmo que tivéssemos que tocar no festival sem qualquer sistema de PA. Em segundo lugar, a segurança, a estrutura, quem se importa? (risos) Porque precisaríamos de segurança? Lembro-me que alguém do festival me acompanhou quando eu queria ir ao banheiro, quando a merda toda estava rolando, e essa pessoa me disse que era perigoso. Eu acredito que os fãs estavam com raiva, mas nós estávamos do lado dos fãs e até falamos com vários deles por lá, então eu não vejo perigo nenhum nisso! E terceiro e mais importante motivo: Os fãs compraram os ingressos para verem as bandas! Então, nós nem sequer pensamos duas vezes antes de tocar. Os organizadores disseram que nós poderíamos tocar, talvez não tivesse equipamentos o suficiente, mas nós nem sequer pensamos nisso. Fomos para o ônibus e pedimos para que nos levasse até o festival para que pudéssemos fazer o show, e felizmente, conseguimos. É verdade, não foi o melhor show do LOTD por causa da tensão daquele dia e do equipamento ruim disponível, mas conseguimos e isso foi o mais importante!

 

Vocês convidaram a banda Nervosa para abrir o show em São Paulo. Quais outras bandas brasileiras você conhece? O que vocês esperam dos shows que farão por aqui?

Eu conheço boa parte das bandas mais antigas, como Sarcófago e Sepultura. Tem alguns sul-americanos na minha página do Facebook e sempre me deparo com boas bandas do Brasil, e espero conhecer outras quando estiver por lá. Mal posso esperar! A Nervosa faz parte da mesma gravadora que o LOTD e acho que nosso baterista conheceu alguém da banda em São Luís, então pensamos que seria ótimo convida-las para o show em São Paulo.

 

Muito obrigada pela entrevista. O espaço agora é aberto para que você deixe sua mensagem para os headbangers brasileiros.

Espero ver todos no Brasil em nosso show, vamos fazer disso um sucesso! As pessoas não vão se arrepender! Iremos falar com todos os fãs. Mal posso esperar para conhecer todos vocês!

 
Busca no site