Molly Hatchet lança em novembro ‘Lost Horizon’, 1º CD de estúdio em 16 anos
MOLLY HATCHET lançará seu primeiro álbum de estúdio em 16 anos, “Lost Horizon”, em 27 de novembro mundialmente pela Steamhammer.
Para o guitarrista e compositor americano Bobby Ingram, o próximo álbum de sua banda MOLLY HATCHET, “Lost Horizon”, marca a realização de um sonho de vida no Southern rock: todas as 12 faixas foram gravadas no lendário Abbey Road Studios, em Londres. “No Studio 2, para ser mais preciso — exatamente onde THE BEATLES trabalharam 60 anos atrás”, vibra Ingram. “Nós usamos o mesmo estúdio e exatamente os mesmos microfones que Paul McCartney, John Lennon, George Harrison e Ringo Starr usaram. Além disso, Chris Bolster foi o nosso engenheiro de som, ele já trabalhou com McCartney, Elton John, Kate Bush, OASIS e FOO FIGHTERS. Para mim, foi uma experiência incrivelmente emocional gravar o novo álbum do MOLLY HATCHET sob condições tão incríveis.”
Sem dúvida alguma: “Lost Horizon” esbanja uma história musical lendária e faz a ponte com o álbum de estúdio anterior do MOLLY HATCHET, “Justice”, que saiu 16 anos atrás. Ao lado de Ingram e dos companheiros de longa data John Galvin (teclados) e Tim Lindsey (baixo), dois novos e mais jovens integrantes, Garrett Ramsden (bateria) e Parker Lee (vocal), mantêm a longa tradição de músicos de primeira linha do MOLLY HATCHET.
“Garrett trouxe um ar fresco para a banda, e Parker lembra um jovem Danny Joe Brown, nosso inesquecível cantor original”, diz Ingram, visivelmente encantado. “Ambos são perfeitos para o nosso tipo de Southern rock e foram fundamentais para fazer de ‘Lost Horizon’ um dos nossos álbuns mais emocionais e profundos até hoje!”
O que praticamente diz tudo!
O single de estreia “Dixie Highway” é a música perfeita e começa a resumir todo o álbum. Assista ao vídeo abaixo.
Ingram diz: “Esta música em muitos aspectos é uma história real sobre crescer no sul e viver a vida no limite. Nós éramos destemidos e corríamos com o vento. Dirigindo por uma famosa rodovia na Flórida com o pé no acelerador, olhando no retrovisor para ver o que tinha ficado para trás.”

