Novo álbum do Paradise Lost já está gravado, diz Aaron Aedy
Em uma nova entrevista ao Alejandrosis, o guitarrista Aaron Aedy, dos pioneiros britânicos do gothic metal PARADISE LOST, falou sobre o status do sucessor de seu último álbum, “Obsidian”, lançado em maio de 2020 pela Nuclear Blast. Ele disse: “Ainda não está totalmente mixado, mas está gravado.” Quando perguntado se poderia dar aos fãs alguns detalhes sobre a direção musical do novo material do PARADISE LOST, Aaron respondeu: “Não. É como abrir seus presentes antes do Natal. Não, não quero falar muito sobre o novo álbum ainda, porque vou esperar pra ver como ele vai ficar depois de mixado. Está quase pronto, mas ainda não totalmente.”
No mês passado, o guitarrista do PARADISE LOST, Greg Mackintosh, disse ao site chileno PowerOfMetal.cl que o novo LP da banda provavelmente será lançado “por volta de setembro”. Ele acrescentou: “Esse foi o maior intervalo que já tivemos entre álbuns. Mas isso também foi, em parte, por causa da pandemia… Então, merdas acontecem. E, sim, esperamos que saia entre setembro e outubro deste ano.”
Conforme já noticiado, o PARADISE LOST embarcará na turnê norte-americana “The Devil Embraced” em maio de 2025. A turnê terá início no dia 16 de maio no Milwaukee Metal Fest e terminará em 24 de maio no Maryland Deathfest.
Formado em Halifax, West Yorkshire, em 1988, o PARADISE LOST era um candidato improvável à glória do metal quando emergiu das sombras e infiltrou-se no underground do Reino Unido. Mas, sem se contentar em ter criado um subgênero inteiro com a obra-prima do death/doom do início da carreira, “Gothic”, e nem em conquistar o mainstream do metal com a força explosiva de “Draconian Times”, de 1995, a banda posteriormente atravessou múltiplas fronteiras de gênero com habilidade e elegância — evoluindo através do domínio sombrio do alt-rock de clássicos dos anos 1990 como “One Second” e “Host”, até a grandiosidade musculosa e ornamentada de “Faith Divides Us – Death Unites Us”, de 2009, e “Tragic Idol”, de 2012 — tudo isso com a finesse despretensiosa de grandes mestres. Os álbuns “The Plague Within” (2015) e “Medusa” (2017) marcaram um retorno muito celebrado ao pensamento brutal das raízes, por meio de dois monólitos arrasadores de morte em câmera lenta e derrota espiritual.

