Bullet For My Valentine entra em estúdio para gravar 8º disco
Os galeses do Bullet For My Valentine entraram em estúdio para começar a gravação de seu oitavo álbum, previsto para 2025. Em 9 de novembro, a banda compartilhou algumas fotos do estúdio de gravação e incluiu a seguinte mensagem: “Aqui vamos nós novamente. #bfmv #bulletformyvalentine #Vlll”.
O Bullet For My Valentine lançou a versão deluxe de seu último álbum autointitulado em agosto de 2022, via Spinefarm/Search & Destroy. Esse lançamento estendido incluiu quatro faixas novas, além de “Stitches”, uma faixa anteriormente disponível apenas na versão exclusiva para o Japão. Após o lançamento em CD e digital, uma prensagem em vinil foi lançada em novembro de 2022.
Em 2022, o vocalista do Bullet For My Valentine, Matt Tuck, falou ao “Whiplash”, programa de rádio da KLOS apresentado por Full Metal Jackie, sobre a decisão da banda de seguir uma direção mais técnica e agressiva em seu álbum autointitulado, lançado originalmente em novembro de 2021. O LP foi escrito a partir de setembro de 2019 com o produtor de longa data Carl Bown, que co-produziu o álbum “Venom” de 2015 e produziu e mixou o “Gravity” de 2018.
“Simplesmente parecia que era o momento certo”, explicou Matt. “Foi algo que, quando escrevemos algumas das faixas principais que abriram a porta para o que o álbum se tornaria, apenas pareceu que era a hora certa.”
“Vínhamos do ‘Gravity’, que não foi um álbum técnico. Para nós, aquele álbum era todo sobre emoção, sobre a história, sobre as performances vocais e o conteúdo lírico”, continuou ele. “Era mais um álbum emotivo, pessoal. E desta vez, ficou claro, depois que encontramos essas faixas principais, que este álbum era muito diferente — era muito técnico; era muito na cara; era muito agressivo. E adoramos o fato de que ele tinha esse contraste, e tinha sua própria identidade e momento no catálogo da banda agora. E, sim, acho que, por não termos mostrado esse conjunto de habilidades por muito tempo — desde ‘Venom’ — e nos privado de escrever dessa maneira, assim que fizemos isso, foi como se quatro ou cinco anos de coisas simplesmente começassem a fluir. Foi algo natural, e apenas seguimos a onda, e quanto mais a gente surfava nessa onda, mais técnicos e agressivos os sons ficavam. E foi ótimo. Apenas nos trouxe um sorriso no rosto poder mostrar o lado mais pesado e técnico da banda.”

