Monsters of Rock 2026 foi maratona de riffs, suor e emoção: review e fotos
No dia 4 de abril de 2026 no Allianz em São Paulo, presenciamos mais uma edição do Monsters of Rock que foi cheio de surpresas. O dia estava fantástico e o público entusiasmado e pronto pra curtir um dia de muito Rock.
Jayler foi a primeira surpresa. O som de alta qualidade e presença de palco espetacular da banda com destaque ao vocalista James Bartholomew com voz firme e um alcance que ecoou animando todo público que ainda estava chegando ao estádio. Já tinha ouvido e visto vídeos, mas ao vivo foi melhor ainda. Uma performance poderosa, técnica e cheia da energia avassaladora da nova geração do Hard Rock!
Logo em seguida tivemos o Dirty Honey que deixou uma ótima impressão. Carisma de sobra do vocalista Marc LaBelle, que ganhou o público ao cantar no meio da galera. Uma performance poderosa, cheia de groove, riffs marcantes e a energia clássica do hard rock moderno!
Trocando o ritmo chega Yngwie Malmsteen, com já esperados solos longos, com técnica e talento de sobra. Os fãs contemplaram uma demonstração fervorosa deste talentoso guitarrista. Velocidade absurda, técnica impecável e aquele estilo neoclássico que só ele tem — foi aula de guitarra do começo ao fim.
Agora uma banda que energizou o público foi Halestorm. Logo na entrada contou com a impressionante performance de Lzzy Hale, que conduziu um espetáculo extraordinário com uma voz potente que chamou atenção do público e agradou os fãs juntamente com seu irmão Arejay Hale na bateria. A música “I Miss the Misery” ao vivo foi uma performance poderosa, intensa e com toda a entrega vocal e presença marcante de Lzzy. O público foi contagiado do começo ao fim da apresentação.
Mudando um pouco a atmosfera entra o Extreme com uma apresentação equilibrada. Gary Cherone entra com uma alta energia que durou ate o fim da apresentação. Claro o ponto mais alto foi a música “More Than Worlds”, quando todo estádio cantou junto apreciando o momento juntamente de Gary e Nuno Bettencourt, que com seu talento e carisma ganhou o cenário acrescentando um clima nostálgico. Uma performance poderosa, emocional e repleta da musicalidade marcante.
Finalmente veio a banda tão esperada: Lynyrd Skynyrd. E garantiu o ponto mais alto da noite. Uma apresentação carregada de emoção que garantiu o envolvimento do público do começo ao fim com uma sequência de músicas clássicas da banda, que parecia ter sido escolhida a dedo para garantir o delírio dos fãs.
Johnny Van Zant trouxe uma presença segura e envolvente e a galera respondeu à altura. A música “Simple Man” ecoou no estádio, um coro de todos os presentes, juntamente com “Tuesday’s Gone” que arrancou lágrimas e gerou uma forte conexão e nostalgia pela trágica história da banda. Pra fechar com chave de ouro teve, no momento do bis, “Free Bird”, que trouxe imagens e a voz de Ronnie Van Zant emocionando e deixando claro toda grandiosidade e presença do Lynyrd. Uma performance emocionante, intensa e carregada da alma clássica do Southern Rock.
Encerrando o Festival veio o último show da noite, Guns N’Roses, que entrou detonando com “Welcome to the Jungle”, que fez o público delirar já logo no início. Axel Rose veio com energia renovada e uma performance bem melhor do que da última vez. Tivemos momentos de euforia com musicas como “November Rain” e também “Junior’s Eyes”, homenageando Ozzy Osbourne. Slash garantiu uma performance grandiosa, emocionante e marcada pelos arranjos épicos da banda! Em resumo uma performance cheia de atitude, e a energia clássica do grupo!
O Monsters of Rock entregou o que se esperava, foram sete bandas e quase 12 horas de show, num festival que vem trazendo, ao longo dos anos, grandes nomes do mundo do Rock. Vamos aguardar o próximo torcendo para nos surpreenderem com grandes Monstros do Rock.
Por Rosana Sanchez
Fotos: Leandro Almeida; Fotos do Guns: Divulgação


























































